Matriz de riesgos para pymes: método paso a paso (ISO 31000)
Identificar, evaluar y tratar riesgos con escala 5×5 y plan de acción.
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Resposta directa
Uma matriz de risco cruza a probabilidade de um evento com o impacto que teria na empresa. A ISO 31000 propõe um ciclo simples: definir o contexto, identificar riscos, analisá-los, avaliá-los, tratá-los e monitorizá-los. Numa PME, uma folha com 15 a 25 riscos bem escolhidos é suficiente para começar.
Passo 1 — Contexto
Defina objectivos (vendas, margem, continuidade) e o que considera inaceitável: por exemplo, parar mais de uma semana ou perder mais de 10% da facturação anual.
Passo 2 — Identificar riscos
- Financeiros: câmbio, falta de liquidez, clientes que não pagam.
- Operacionais: avaria de equipamento, ruptura de stock, falha de energia.
- Pessoas: saída de colaborador-chave, acidentes de trabalho.
- Legais e fiscais: alterações de impostos, licenças, contratos.
- Externos: incêndio, roubo, cheias, ciberataques.
Passo 3 — Analisar com escala 5×5
Atribua probabilidade (1 rara a 5 quase certa) e impacto (1 insignificante a 5 crítico). Nível de risco = probabilidade × impacto. De 15 a 25: alto; de 8 a 14: médio; até 7: baixo.
Passo 4 — Tratar
- Evitar: deixar a actividade que gera o risco.
- Reduzir: controlos, manutenção, formação, procedimentos.
- Transferir: seguros, contratos, coberturas cambiais.
- Aceitar: riscos baixos, monitorizados.
Passo 5 — Monitorizar
Nomeie um responsável por risco e reveja a matriz a cada trimestre ou quando algo mudar (novo cliente grande, nova importação, nova lei).
Nota
A ISO 31000 é uma norma de orientação e não é certificável; serve como referência de boas práticas.
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